Atendimento à pessoa surda
Como perguntar a forma de comunicação, por que o familiar não deveria traduzir e o que a gestão precisa providenciar.



Para quem é
Para a equipe do CRAS e do CREAS que atende pessoas surdas sem ter intérprete na unidade, e para a coordenação que precisa organizar essa comunicação.
O que tem dentro
- Por que Libras é língua com gramática própria e por que nem toda pessoa surda se comunica em Libras
- Cinco situações em que a equipe trava, do familiar que se oferece para traduzir à volta do atendimento sem registro
- Alerta técnico: acessibilidade é dever da instituição, negar o acompanhante pedido pode ser capacitismo e tradutor automático não é intérprete
- O que a gestão providencia: intérprete ou central de intermediação, capacitação básica, termo de confidencialidade e registro
- Checklist de 9 itens para antes, durante e depois do atendimento
Base normativa citada: Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002; Decreto nº 5.626/2005, artigo 26; Lei nº 12.319/2010, artigo 7º; Lei nº 13.146/2015 (LBI); Lei nº 11.796/2008; Nota técnica do CFESS sobre sigilo profissional com profissional de apoio ou acompanhante (fevereiro de 2026).
Da mesma família

Plano de contingência da assistência social
O que a equipe da assistência social precisa combinar antes da próxima enchente, deslizamento ou incêndio, e as regras novas do recurso federal para emergências, com um checklist de nove itens.

Vigilância socioassistencial na revisão do Plano Municipal
Seis passos para revisar o Plano Municipal de Assistência Social a partir dos dados de cada território, com um checklist de dez itens para conferir antes de levar ao conselho.

Vigilância socioassistencial no município
Quem cuida da vigilância, de onde vêm os dados e como a informação volta para quem atende, com um checklist de nove itens para a gestão.
Na plataforma
Checklist ajuda. Registro digital resolve.
No SUAS Fácil, o acompanhamento da família, o RMA e a prestação de contas ficam no mesmo lugar.