Sigilo no atendimento
Como responder a vereador, parente e outro órgão sem quebrar o sigilo, e quando comunicar é obrigação.



Para quem é
Para técnicos de CRAS e CREAS que recebem pedido de informação sobre quem é atendido, venha de vereador, parente ou outro órgão.
O que tem dentro
- Por que o sigilo existe e o critério do estritamente necessário, do código de ética do assistente social
- Cinco situações em que a equipe trava, do vereador que liga ao grupo de WhatsApp e à conversa no corredor
- Quando compartilhar com a rede é permitido e como guardar prontuário e documento
- A obrigação de comunicar violência contra criança e adolescente, que não depende da concordância da família
- Checklist de 8 itens para colar na parede e conferir antes de repassar qualquer informação
Base normativa citada: Código de Ética do/a Assistente Social, Resolução CFESS nº 273/1993, artigos 15 a 18; Código de Ética Profissional do Psicólogo, Resolução CFP nº 010/2005, artigos 9º e 10; Artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Da mesma família

Acolhida em sofrimento psíquico
O que perguntar, o que não registrar e quem acionar quando a pessoa fala em morrer no meio do atendimento.

Reavaliação do BPC
A reavaliação do BPC da pessoa com deficiência pode dispensar nova perícia. Como orientar a família e o que não mudou.

Atualização cadastral no CadÚnico
As mudanças na família que pedem atualização do CadÚnico e como orientar para o benefício não ser bloqueado.
Na plataforma
Checklist ajuda. Registro digital resolve.
No SUAS Fácil, o acompanhamento da família, o RMA e a prestação de contas ficam no mesmo lugar.